Correndo pelas planícies o garboso corcel,
livre como o vento dominando a paisagem,
sua natureza selvagem espírito indomável,
nos músculos potentes uma visão admirável.

Beleza pura, inconteste no prado selvagem,
cavalgando toda planície guia a sua manada,
rei sem coroa da sua raça e da sua linhagem,
protegendo todo rebanho em sua cavalgada.

Ao nascer do dia imponente levanta a cabeça,
parte que é desta pradaria ainda inexplorada,
hoje este mundo vai acabar por falta de amor.

Neste quadro de singular beleza surge nova peça,
a mão do homem que a ferro e fogo abate a vida,
na vã filosofia de acreditar do mundo ser SENHOR.

Ermindo Gomes Rocio



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