Ah! mulher doce mulher, abelha
que com o seu doce mel acende,
meu coração como uma centelha,
doce, sublime mel que me prende.

Mulher doce mulher minha rainha,
soberana de meu desejo incontido,
ponto onde a minha razão definha,
e meu amor encontra o seu sentido.

Louco de prazer eu bebo deste favo,
doce abelha no corpo de uma mulher,
aí sou zangão rompo vôo, sou escravo.

Suspiros ardentes colméia de desejo
onde se mistura o meu e o seu prazer,
doce mar, que com o meu corpo velejo.

Ermindo Gomes Rocio

Dedicado a minha esposa Socorro,
doce abelha, minha rainha.



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