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 No auge do tormento,
no limite da exaustão,
sem amor, sem ilusão,
somente dor e lamento.

Como o animal no cio,
na carne eu me perdi.
Fui ateu nada vi, sofri,
rastejei, cai, perdi o brio.

Duvidei da própria vida,
perdi o sentido, o rumo !
Sem amor sem aprumo,
meu destino era o nada.

Aí, o Senhor me amparou,
Me perdoou, me soergueu.
O nada do Todo renasceu,
o Todo do nada me recriou.

Ermindo Gomes Rocio

ERMINDO GOMES ROCIO - VOLTAR

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