Olho o céu, fito imenso firmamento.
Cortado pela Via Láctea descortina,
O imenso berço azul de nascimento,
Que nos abre ao infinito como cortina.

Cortina que aos meus olhos veda,
A grandeza imensa de Sua criação.
Caio sobre meus joelhos em queda,
Curvo a  cabeça e faço uma oração.

Senhor, me perdoe por relutante ser,
Como filho que teima e o  Pai renega.
Que ainda persiste em dúvida manter,

Da sua perene bondade, amor e pureza.
Que não abre seus olhos e ainda nega,
A existência de sua infindável grandeza;

   Ermindo Gomes Rocio

 

 

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